Sobre a Exploratória AI: Artificial Intelligence com propósito

Nascemos em 2019 numa sala de coworking na Vila Madalena com três pessoas e uma convicção: modelos de machine learning só valem alguma coisa se saírem do notebook e entrarem no dia a dia da operação. Seis anos depois, somos nove e continuamos com a mesma regra.

Nossa história

A Exploratória AI foi fundada por Renata Oshiro e Lucas Brandt, dois engenheiros que se conheceram num programa de pós-graduação em ciência de dados na USP. Renata vinha do varejo, onde passou cinco anos tentando convencer diretores a usar dados em vez de intuição para definir estoques. Lucas trabalhava em logística, otimizando rotas de entrega para uma transportadora do interior paulista.

O primeiro projeto da empresa foi para uma rede de farmácias em Campinas. Eles queriam prever quais medicamentos teriam aumento de demanda na troca de estação. O modelo que entregamos reduziu em 22% o excesso de estoque no primeiro semestre. Esse resultado abriu portas para clientes maiores.

Em 2021, contratamos os dois primeiros engenheiros de ML em tempo integral. No ano seguinte, a equipe cresceu para sete. Hoje somos nove profissionais trabalhando do nosso escritório na Rodovia Moreira, em São Paulo, com clientes em quatro estados brasileiros.

Interior do escritório da Exploratória AI em São Paulo

O que nos guia

Não temos um manifesto de dez páginas. Temos quatro princípios que aplicamos nas decisões do dia a dia.

Resultado mensurável

Antes de escrever uma linha de código, combinamos com o cliente qual métrica define sucesso. Pode ser redução de custo, aumento de receita, diminuição de tempo de resposta. Se não conseguimos medir, não fazemos.

Transparência técnica

O cliente tem acesso ao repositório de código, à documentação dos modelos e ao painel de monitoramento. Não existe caixa preta. Se um modelo erra, mostramos onde e por quê.

Simplicidade primeiro

Começamos com o modelo mais simples que pode resolver o problema. Uma regressão logística que funciona em produção vale mais que uma rede neural profunda que só roda no laboratório. Complexidade entra quando os dados justificam.

Responsabilidade com dados

Seguimos a LGPD em todos os projetos. Anonimizamos dados pessoais antes de treinar modelos e documentamos cada transformação aplicada. Quando o projeto termina, os dados brutos são devolvidos ou destruídos conforme o contrato.

Quem faz acontecer

Um time pequeno onde todo mundo conhece todos os projetos.

Renata Oshiro, cofundadora

Renata Oshiro

Cofundadora e diretora de projetos. 10 anos de experiência em ciência de dados aplicada ao varejo.

Lucas Brandt, cofundador

Lucas Brandt

Cofundador e líder técnico. Especialista em otimização e modelos de séries temporais.

Camila Ferreira, engenheira de ML

Camila Ferreira

Engenheira de ML sênior. Responsável pelos pipelines de NLP e chatbots em produção.

André Souza, engenheiro de dados

André Souza

Engenheiro de dados. Constrói e mantém os pipelines de ingestão que alimentam nossos modelos.

Linha do tempo

2019 — Fundação

Renata e Lucas abrem a Exploratória AI num coworking na Vila Madalena. Primeiro projeto: previsão de demanda para uma rede de farmácias em Campinas.

2020 — Primeiro chatbot

Desenvolvemos um assistente virtual para uma fintech de crédito pessoal. O bot atendeu 12 mil conversas no primeiro mês, resolvendo 68% sem intervenção humana.

2021 — Crescimento da equipe

Contratação de dois engenheiros de ML. Mudança para o escritório atual na Rodovia Moreira. Oito projetos entregues nesse ano.

2022 — Expansão para saúde

Primeiro projeto no setor de saúde: modelo de triagem de exames laboratoriais para uma rede de clínicas em Belo Horizonte.

2023 — Assinatura mensal

Lançamos o modelo de assinatura mensal para clientes que precisam de suporte contínuo. Três clientes migraram do formato projeto para a assinatura no primeiro trimestre.

2024 — 47 projetos

Atingimos a marca de 47 projetos entregues em 12 setores diferentes. Taxa de renovação de contrato: 93%.